KARDEC & CHICO: DOIS MISSIONÁRIOS

                                                    337 páginas 14 x 21

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Pesquisa sobre a possibilidade de Allan Kardec ser Chico Xavier o mesmo espírito?

De um lado o nome mais importante do Espiritismo no Brasil, talvez o espírita mais importante do século XX. Bondade e humildade fizeram de Francisco Cândido Xavier uma figura respeitada por praticamente todos os seguimentos religiosos. Do outro lado vemos o codificador do Espiritismo, uma figura de inteligência absurda e pulso firme diante da nova filosofia que tomava forma em Paris. A notoriedade de Chico é inegável, de tal forma que muitos afirmam que ele seja o próprio Allan Kardec reencarnado. Embora sejam personalidades bastante diferentes.

 


 

 

 

Racismo em Kardec? (Ebook)

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Quantidade páginas ajusta-se ao equipamento

Determinadas pessoas, por não terem como refutar os argumentos de uma outra, passam a atacá-la em seus valores morais, esperando, com isso, que os leitores fiquem convencidos de que os seus são superiores aos daqueles a quem objetivam injuriar.

Vamos fazer um estudo buscando descobrir se Kardec foi realmente um racista, já que, só agora, quase atingindo cento e quarenta anos de sua morte, aparece-nos dois grupos de pessoas que resolveram começar a dizer que isso fazia parte da maneira de ser do Codificador do Espiritismo. Usam, como base de seus argumentos, de textos completamente fora do contexto histórico, científico e cultural da época em que ele viveu. Além disso, fica demonstrado que nenhum conhecimento possuem da maneira de ser e de pensar daquele que acusam de racista, o que vem a ser algo totalmente antiético, coisa que, certamente, não os preocupa.

O objetivo desse estudo é provar a incoerência dos principais acusadores de Kardec, crentes ou céticos e deixar para os espíritas uma análise mais profunda do verdadeiro caráter do Codificador, exalado de suas obras.

Essa obra não foi impressa ela só existe no formato de EBOOK.

AS COLÔNIAS ESPIRITUAIS E A CODIFICAÇÃO

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279 páginas - 14 x 21

Na busca de material sobre “A vida no mundo espiritual” visando apresentá-lo num dos módulos de estudos doutrinários no Grupo Scheilla – Centro Espírita Oriente, uma das tradicionais casas espíritas de Belo Horizonte, o autor percebeu que o tema é polêmico no meio Espírita. Em razão disso resolveu aprofundar um pouco mais, daí surgindo um texto, que agora é publicado o livro “As colônias espirituais e a codificação”.

Solidificando sua certeza da existência delas, apresenta várias fontes, inclusive algumas anteriores à literatura André Luiz, diga-se de passagem. Cita, por exemplo, os pesquisadores e/ou estudiosos espíritas Léon Denis, Ernesto Bozzano, Sir Oliver Lodge, Athur Conan Doyle, Cairbar Schutel, Herculano Pires e Richard Simonetti. Aponta autores não espírita, que também, as citam em suas obras, entre eles, Pe. François Brune, Raymund A. Moody, Bill e Jude Guggenheim, Dr. Jeffrey Long e Dr. Eber Alexander III. Menciona oito médiuns que, em suas experiências particulares no estado de emancipação da alma, trazem notícias delas, e, finalmente, lista treze Espíritos que as citam, tendo considerado só um por médium. Tudo isso perfaz, ao todo, 34 fontes diferentes, das quais a metade é de fora do Brasil, acredita o autor que essa quantidade é significativa considerando que Kardec, na primeira edição de O Livro dos Espíritos, confessa que havia utilizado apenas dez médiuns.

A Bíblia à Moda da Casa - Uma análise das contradições e incoerências nas Escrituras

268 páginas - 14x21 cm

 “Sem dúvida, trata-se de um livro polêmico - o que soe acontecer, geralmente, com todas as grandes obras -, porquanto fere interesses teológicos eclesiásticos seculares. 

Por isso, os estudiosos da Bíblia, não encabrestados mentalmente por seus dirigentes religiosos, e que não são deles fiéis caudatários, encontrarão na leitura deste livro um lenitivo e um incentivo, para que continuem joeirando na Bíblia, separando o joio do trigo, e desvencilhando-se, assim, das interpolações e cortes das traduções, caprichosamente feitas, com o objetivo de alterar-se o sentido de seus textos, que se desafinam com a teimosa visão tradicional dogmática, não obstante o grande conhecimento que se tem dela, hoje, por parte de numerosos estudiosos liberais e independentes, isto é, não seguidores incondicionais e cegos dos dogmas”.

 

José Reis Chaves

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